2015/01/20

Sobre a execução do traficante brasileiro na Indonésia

Nos últimos dias, a execução do traficante brasileiro pego em flagrante e o pedido de clemência da nossa presidente tem causado polêmica. Deixo aqui, minha opinião.

 - LEI não é enfeite. O brasileiro tem que aprender que o que está na lei é absoluto e não concordar com ela não justifica nem permite o não cumprimento dela. Isso deveria valer para as leis brasileiras também. Não vale e por isso o brasileiro está (mal) acostumado a ignorar as regras.

 - Se um cidadão qualquer decide que a lei não é correta, e por isso decide "revogá-la" por conta própria, isso não é democracia. Isso é caos.

 - O povo tem o direito e o dever de exigir leis que orientem a vida em sociedade, atendendo as necessidades de todos ou, se não for possível, da maior parte dos cidadãos. Mas isso não é, de forma alguma, fazer o que quiser. 

- Existem formas de exigir a revisão da lei, se esse for o desejo de todos. São eles, votar em quem defende os mesmos pontos de vista, fiscalizar e exigir que eles trabalhem para isso e, em última instância, se candidatar a cargos do legislativo.

 - Se estamos falando de outros países, não há o que fazer. Não se deve julgar a cultura alheia e condaná-la. Se não quer se submeter as leis locais, não vá lá. Simples.

 - Quanto ao traficante, ele quis, por livre arbítrio, correr o risco. Provavelmente o retorno (lucro) caso conseguisse entrar naquela nação com as drodas seria imenso. Justamente porque ninguém quer correr o risco de ser executado. High risk, high return. Mas esse risco pode levar ao resultado ruim.

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